Na época da colonização do Brasil, não havia mão-de-obra para trabalhos manuais, assim os portugueses usaram o trabalho dos índios; no entanto, religiosos se colocaram em defesa dos índios. Dessa forma, os portugueses começaram a fazer o mesmo que os europeus, trazer negros da África para serem escravizados.
Os negros eram transportados em porões de navios e devido às más condições, alguns acabavam morrendo, e depois que desembarcavam eram vendidos à donos de engenho e tratados de forma cruel e desumana, como simples objetos.
Apesar de muitas pessoas acharem esse tratamento normal, existiam os abolicionistas (pessoas que eram contra esse tipo de abuso), que eram geralmente religiosos, políticos e pessoas do povo.
A economia mantinha a escravidão, e as medidas para libertar os escravos deveriam ser tomadas lentamente.
Com a industrialização, o número de escravos necessários para trabalhos foi diminuindo.
Aos poucos alcançaram seus objetivos:
_Extinção do Tráfico Negreiro
_Lei do Ventre Livre
_Lei do Sexagenário
_Lei Áurea (1888)
No entanto, nenhum país ao abolir a escravidão elaborou algum projeto para incluir os negros na sociedade, por isso, hoje é preciso que se tenham algumas ações afirmativas para que eles sejam inclusos na sociedade que é tanto deles quanto nossas.
Infelizmente, ainda hoje, existe preconceito, mesmo que de forma reprimida, que foi uma das questões expostas pelo Prof. Dr. Dalmir Francisco da UFMG que nos prestigiou com sua presença ao
ministrar uma palestra no dia 13 de Maio. Prof. Dalmir relatou ainda a trajetória do racismo no Brasil, desde antes da abolição da escravatura até após a Lei Áurea.
O preconceito, a discriminação, a falta de afeto, só serão realmente extintos quando cada um, sem exceção de ninguém, compreender que somos todos uma mesma raça.
Autor: Gláucia Marques, 3º EDI
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